sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Em modo Natal#1

Passeio à vila com elas, os meus pais e irmão. Um frio de rachar e vento (oposto de terça-feira).

Visitaram o Pai Natal e os duendes, andaram no carrocel, brincaram com jogos e visitaram as barraquinhas.

O Vicente também foi mas o pai ficou em casa com uma gripe.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Vénias às mães que têm de dar biberão (e um passeio ao sol)

Na terça fui dar um passeio ao centro da Vila. Estava sol e um calor espetaculares e pensei: boa, já que ele não pode mamar isto agora é que vai ser "fácil" pois não vou ter que estar com coisas que me vêm o arsenal de guerra (a mama). Fácil?

Não, nada fácil.

Em casa, para começar tive que ferver água e deixar repousar, depois guardar num termo. De seguida medir o leite em pó e guardar. Por último preparar o biberão previamente esterilizado.

Na rua tive que tirar o termo, o biberão e a caixa do leite. E sítio seguro para colocar isto?

Depois colocar água e pó no biberão e agitar (ainda não percebi bem como se agita p ficar mesmo homogéneo).

Em seguida babete e biberão na boca.
Ai senhores...50minutos  a beber o leite e sobrou (só fiz 120ml em vez de 180 como recomendado). E arrotar? Credo...só visto.

E em casa? Vai de lavar tudo e ainda esterilizar o biberão!..chiça que não faço mais nada.

De maneira que não achei nada fácil, a única coisa boa foi que ninguém teve que levar com a visão (terrível) do meu arsenal de guerra.

Venias a quem tem ou quer usar biberão!



Aproveitei também para saborear (mentira devorei-o) um fradinho e um cafezinho. Estava mesmo agradável.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Um dia destralho #11

Pratas
Tinha aqui em casa uma caixinha com pratas que não usava. Umas partidas, outras quando era mais nova e não serviam em mim (anéis e pulseiras) e ainda aquelas que não gostava.

Irritada com tralha fui à ouriversaria pedi para pesar. Vendi-as.

Menos uma caixa cá em casa.
Mealheiro mais cheio.
Mente mais limpa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Bye bye mama

Vamos dizer adeus à mama por 48h pois fiz uma TAC com contraste. Esse líquido que me injetaram tem iodo por essa razão o baby vai ter de beber leite artificial e eu "sacar" do meu com uma bomba.

Como foi uma urgência nao tirei leite e fui obrigada a escolher assim em menos de nada se queria fazer a TAC e não amamentar durante 48h ou ir p casa fazer stock de leite e voltar p fazer o exame outro dia. Respondi em menos de nada:
"- Quero fazer a TAC agora!"

Depois pedi para me levantar da mesa ou lá o que aquilo era e fui ao vestiário ligar ao pai. É claro que ninguém anda com biberão, água quente e leite em pó na mala das fraldas só porque "ah e tal nunca se sabe... um dia destes posso ter que fazer uma TAC com administração de contraste".

Disse-lhe qualquer coisa telegráfica deste género "não vou poder dar o meu leite durante 48h, sobe ao piso 4, explica a situação na maternidade e pede leite artificial, não vão recusar". Pip pip pip pip

Saí do vestiário e deitei-me para fazer a TAC. Correram-me as lágrimas... Mas não era pela impossibilidade de amamentar era pela possibilidade de estar gravemente doente.

Pasmem-se... Dei de mamar 15 meses às outras e não sou fundamentalista. Só vai haver mama enquanto for bom para mim e para o baby. Se eu morresse ele não mamava mais por isso 48h não lhe fará mal. Fazer a TAC outro dia poderia ser um risco para mim (disso falo outro dia, ou então não) por isso bebé fofo (de 6 semanas) tens de te habituar à tetina que a mama agora só entra no "funil" da maquineta de tirar leite.

PAZ

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Será da idade?

Ai senhores, no sábado doía-me o estômago (nad q tenha comido pois acordei assim), parecia uma pedra. Passei a manhã na cama, o pai vinha pôr o baby para mamar (que santo).

Domingo dores insuportáveis nas costas (acho que não sei dar de mamar apesar deste ser o terceiro bebé e de as outras duas terem mamado até aos 15 meses). Vontade de vomitar vindo do nada e que passou e voltou novamente vindo do nada (acho que ando nervosa mas não sei com o quê).

Conclusão: o pai muito aflito e deve-me obrigar a ir às urgências (detesto ir ao médico, só quando estou grávida). O médico vai-me dizer que é da idade, peso a mais e falta de exercício, aposto!